Um programa de fidelidade fiel a sua marca

É fundamental escolher um programa de fidelidade que se adapte ao seu modelo de negócios. Que seja fiel a sua marca. Segundo a Harvard Business Review, programas de fidelidade que são divididos entre várias lojas, por exemplo, já mostraram-se ineficazes na questão de aumentar o lucro de cada estabelecimento sem prejudicar os demais participantes.

Não enxergue o programa de fidelidade como um extra na sua loja, ele deve fazer parte do todo. Ser uma das características dela.

Ele é mais um braço do seu negocio e deve seguir todas suas peculiaridades de forma natural e orgânica. Além disso, enxergue o programa como mais um produto da sua loja, e não como algo dissociado dela.

O importante é que o seu plano cumpra as suas metas:

  • que seja fiel a sua marca;
  • aumente as vendas;
  • melhore a imagem da empresa;
  • aumente a frequência das visitas;
  • reforce a ligação emocional com os consumidores;
  • recompense seus clientes fiéis;
  • facilite a exploração dos dados clientes.

Quais são as principais características da sua loja? Qual o ideal por trás da marca? Qual é o seu fio condutor?

Quando o cliente interagir com o programa de fidelidade, ele estará interagindo com a marca como um todo. Ele não irá separar uma coisa da outra.

Certifique-se de que o programa de fidelidade que você escolheu se adapta aos ideais de sua marca como um todo. Analise primeiramente a parte visual e estética do seu programa de fidelidade, e entre pouco a pouco nos passos intrínsecos do planejamento.

As tonalidades, as formas, a praticidade, o eventual suporte físico ou o ganho para o cliente reflete a sua marca?

Se você tem uma vocação ecológica por exemplo, o seu programa deve seguir essa proposta e refletir, pela semiótica dele, este universo. Se a sua marca é para adolescentes, o programa irá usar um campo lexical mais jovem e despojado.

Ao contrério, o vocabulário e adequado a um público sênior deverá ser mais formal, talvez até rebuscado.  O acesso ao ganho e o sistema de resgate vão variar em função dos público visado. O jovem permite mais flexibilidade, mas o sênior pede mais facilidade.

Por exemplo:

Se o público da loja é jovem (15-35), impor ao cliente de resgatar os pontos num tablete na loja ou num web site é adequado.

Se o público da loja é na maioria acima de 35, melhor ter um programa de fidelidade onde o caixa consegue fazer o resgate para o cliente no computador de caixa.

Ao escolher a cartela de cores, materiais, palavras chave, objetivos e identidade visual do seu programa, tenha em mão a “carteira de identidade” da marca. É fundamental poder reconhecer a sua loja em uma olhada. O tempo corre para todos, cada segundo conta, e muito. Seja fiel a sua marca

Se ainda não tiver feito a cartela estética da sua loja, aproveite a oportunidade:

  • descreva a sua empresa com detalhes (matérias, cores, cheiro, som, etc.)
  • ressalte a missão, a visão e os valores.

Os valores emanados pela sua loja são os mesmos do seu programa de fidelidade (fiel a sua loja)?

Por exemplo, se seus valores são luxo e exclusividade, o processo de pontuação e o ganho devem seguir esta linha.

Reforçando esses embasamento da marca, o beneficio deveria ser igualmente exclusivo e luxuoso, e não igual para todos os clientes e/ou de valor agregado mediano.

Recomendável planejar uma recompensa que reflita o cimento da relação com a marca, pois o erro não será permitido.

A Lancôme por exemplo criou um espaço no seu site refletindo o universo delicado, feminino e luxuoso da marca.

Reforçando a sensação de privilegio, ela usou três nomes de programas diferentes (segmentação do público), gerando benefícios diversificados porem adequado a rotina dos clientes.

O ganho mais cobiçado é o convite para eventos da marca, como festas por exemplo.

Outro exemplo é o da importadora brasileira de vinhos Decanter, ofereceu um espumante Ferrari Perlé como brinde no seu plano, e costuma oferecer vinhos ou produtos ligados a este universo.

Pense assim: o que o cliente vai ganhar usando o meu plano? Que sentimentos vão ser associados?

O ganho pela fidelidade do seu público é como um presente de dia dos namorados num casal. Se o presente é desonesto e sem contexto, ficamos decepcionados.

Queremos uma bela lembrança.

O que é “bela” para seu cliente?

Os benefícios do programa de fidelidade realmente fazem sentido para seu público e para a empresa?

Exemplo, se eu sou uma franquia de produtos orgânicos, meus clientes cuidam consequentemente da sua saúde e apreciam produtos de qualidade nutricional.

Faria muito sentido fazer uma parceria no meu programa com uma academia ou um restaurante orgânico!

O ganho não poderia ser uma janta numa churrascaria! ..,e sim uma visita numa fazenda orgânica.

Isso seguiria a lógica de propor realmente algo “a mais”. Um ganho que reforça seus valores e suas convicção, e que incentiva sua clientela a se ancorar nelas.

Ir além, se esforçar para dar um sentido á relação, e não atirar em varias direções. Tenha uma linha desenhada e siga ela.

Essas questões são fundamentais, pois elas recompensam a lealdade do seu bem cardinal: os consumidores.

Qual é o perigo de pular essas etapas?

Ter um programa de fidelidade incoerente e complicado!

Por exemplo, se houverem vários canais de venda na empresa, mesmo cada um sendo independente, o seu cliente vai sempre visualizar a sua marca como um todo.

Ele precisa ter um jeito simples de interagir com você, e evidentemente não ter um programa de fidelidade para cada canal. Pior ainda, desenvolver um projeto que não seja conforme a marca, que não evoque o seu DNA.

Por exemplo, se a sua marca é de alto valor agregado, é inimaginável propor um cartão de fidelidade que se descole ou se degrade com facilidade.

Ou se o nome do programa não for bem adaptado, o consumidor pode esquecer que esse é ligado a sua marca.

Proponha algo de fácil uso, que beneficie a todos os canais e que seja a cara da sua marca.

O ganho deve gravar a sua empresa na mente do cliente: faça ele gostar sinceramente de comprar com você, e recompense com vontade.

Da mesma forma que o seus produtos ou serviços e a sua comunicação devem ser mais assertivos, o seu planejamento de lealdade segue o mesmo raciocínio.

Em função do tipo de compra e do tipo de cliente (segmente da forma que faça mais sentido), os prêmios podem ser diferentes.

Se você trabalhar com 4 linhas de produtos distintos por exemplo, talvez faria sentido ter 4 tipos de benefícios no seu programa.

Se você lida com um público de faixa etária ampla, talvez faria sentido ter recompensas diferentes em função da idade do cliente.

Sem falar que o ganho deve realmente atrair o público, para que seja realmente eficaz.

Conclusão:

Um plano de fidelidade é mais um produto da sua marca. Contem o laço afetivo, concretizando a sua relação com o cliente. Por isso deve ser tratado com carinho e excelência. Cada passo e processo do planejamento deve ser pensado com globalidade e ressaltar o que é importante para a marca e para os consumidores.

Monitore os resultados e o funcionamento do seu esquema. Pergunte para pessoas neutras se realmente suas escolhas lembram a marca e os valores dela.

Teste suas decisões antes de colocá-las em prática. A difusão do plano é um ponto muito estratégico para a sua marca. O seu peso emocional e a propagação dele não permite errar e modificar facilmente.

Ao lançar seu programa, tenha certeza que ele foi bem pensado e que cumprira sua missão de “mensageiro da lealdade”.

Solicite uma demonstração da Kiskadi.

 

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5 Dicas para superar a crise

5 Dicas para superar a crise: resumo das principais estratégias colocadas em evidencia na Febravar 2016

A crise traz novos desafios a todos empresários, qualquer que seja o tamanho de sua empresa, o mercado ou ainda os tipos de problema geralmente enfrentados.

O mercado turbulento força a adoção de soluções robustas para resistir ao filtro que a instabilidade econômica faz nos diversos setores da economia.

Aqueles que se destacam em questões como excelência, eficiência e inovação geralmente prevalecem e prosperam.

Ao passo que os que permanecem inertes ficam sujeitos ao sabor das circunstâncias, à mercê das flutuações da demanda, baixa de preços, aumento dos custos e desaceleração da economia.

A seguir apresentamos alguns pilares atuais e fundamentais para navegar os mares dos novos tempos, enfrentar os maremotos econômicos e preparar-se para os novos desafios de épocas de crise:

  • CRM
  • Terapia Empresarial
  • Sustentabilidade
  • Conectividade
  • Ousadia

 

1/ CRM

Em primeiro lugar, mas ainda pouco conhecido, o CRM é absolutamente fundamental para a gestão empresarial e não depende do tamanho da empresa, ao contrário do que se possa acreditar.

Traduz-se como “Gestão da Relação com os Clientes”, para qualquer tipo de cliente: interno e externo.

Qualquer relação interna ou externa com a entidade “empresa” deve ser tratada com carinho, atenção, ser guardada em um histórico e armazenada sob a forma de um banco de dados.

Mesmo a sua empresa sendo pequena, você precisa cadastrar cada fornecedor, funcionário ou consumidor com os dados importantes para uma futura comunicação, como:

  • Telefone
  • E-mail
  • Data de nascimento
  • Tipo de compra
  • Datas de compra
  • Valores gastos
  • Entre outros…

Dessa forma, você poderá realizar duas ações cardinais para a empresa: comunicar de forma assertiva com clientes, fornecedores e funcionários e enxergar o seu quadro geral estatístico.

O primeiro passo para o marketing de relacionamento é conhecer os seus consumidores:

  • Idade
  • Profissão
  • Orçamento
  • Frequência de compra

Todas essas informações vão direcionar a comunicação e permitir estabelecer o perfil de clientes (etapa extremamente estratégica) e comunicar com esses de forma direcionada e personalizada.

Analisando os seus dados e cruzando as informações, você vai conseguir trabalhar os seus produtos, serviços e suas formas de pagamentos do jeito que faça mais sentido para o seu público.

Se você propõe por exemplo um pagamento parcelado em 10x e que 90% dos seus clientes usam esse serviço, provavelmente trabalhar com mais parcelas seria algo que atrairia bem mais clientes.

As suas ações podem também seguir o crescimento cronológico dos seus clientes: aniversários mais importantes, momentos da vida, projetos futuros… são apenas exemplos do que se pode fazer numa infinidade de possibilidades.   

A era da comunicação de massa passou.

Faça diferente.

O consumidor quer saber apenas o que lhe interessa verdadeiramente, e não receber uma montanha de promoções deslocadas.

2/ TERAPIA EMPRESARIAL

Suponhamos que se enxergue o dono ou diretor da empresa como um paciente individual e a empresa como um grupo.

A terapia empresarial se aplica da mesma forma que uma terapia normal:

  • quais características do dirigente vão ter impacto no seu business?
  • quais são os funcionamentos do estabelecimento que podem ser melhorados?

Vamos fazer um mapa da empresa descrevendo os cargos de cada um e definindo bem a estrutura hierárquica, 1º como está e 2º como deveria ser.

A partir disso, rediscutem-se os cargos, os papéis e as responsabilidades de cada um.

Se for necessário, troque alguns cargos, crie outros ou ainda reformule.

Os funcionários são motivados pelo financeiro, mas pouco se fala da compreensão do seu cargo e do entendimento da sua importância na empresa.

Esse tipo de esclarecimento, reconhecimento e formulação faz toda diferença na motivação e produtividade dos seus colaboradores, além de ser fundamental na clareza dos seus processos internos.

A empresa sendo um grupo de indivíduos trabalhando, em teoria, para um mesmo objetivo, é importantíssimo ter ou rever o seu posicionamento, valores, missão e visão:

  • O que a sua empresa faz de diferente para o seu consumidor?
  • Qual é o plano a longo prazo?
  • Qual é o seu produto exatamente (no sentido amplo)?
  • E o papel da empresa no mercado?
  • Porque seu consumidor está certo comprando de você?
  • Porque é bom trabalhar na sua empresa?

Criar uma dinâmica de grupo em torno desse tema é uma ótima maneira para todos trabalharem olhando na mesma direção.

Durante a atividade, aproveite para comutar ideias, colocar em evidência os pontos fortes e fracos da instituição.

Fazer uma simulação de troca de cargos para cada um entender o papel do outro usando o método de cases, por exemplo.

Ao longo prazo, incentive a ajuda entre os setores e a resolução de problemas em equipes heterogêneas, bem como divida as tarefas e responsabilidades com clareza para gerar eficiência.

Os objetivos de crescimento da empresa e os planos futuros devem ser claros e compartilhados com todos.

Uma vez que todos os pontos estão claros, deixe-os visíveis e use-os a cada integração de novos colaboradores, na apresentação perante seus fornecedores e também na sua comunicação voltada para seus consumidores finais.

3/ SUSTENTABILIDADE

Em tempo de economia fragilizada, o consumidor não para totalmente de gastar.

Ele vai reduzir seus gastos e apenas investir (e não simplesmente comprar) no que for valer a pena.

O dinheiro dele tem que ser gasto em algo bom, de qualidade, e que traga boas emoções.

Digo mais: o custo-benefício virou “custo-beneficiente”.

Elaborem e analisem os seguintes pontos no seu negócio:

– O custo tem que ser coerente, em adequação com as matérias primas e os serviços envolvidos;

– O custo-benefício deve valer a pena mesmo, o cliente quer enxergar a sua compra como um investimento;

– Os benefícios do produto ou serviço devem estar bem claro para a empresa e o consumidor. Elabore para seus produtos uma decomposição dos benefícios globais (funcionais, psicológicos, estéticos, serviços);

– O cliente quer fazer uma ação beneficente comprando seu produto ou serviço:

  • se a sua empresa respeita regras de ética com seus funcionários
  • responsabilidade social
  • sustentabilidade ambiental…

O cliente se sente menos culpado em gastar com você. Ele tem a sensação de promover uma boa causa e estar fazendo a sua parte;

– O cliente quer estar ciente do produto ou serviço que está comprando.

A transparência é fundamental:

  • Quais matérias-primas foram usadas?
  • Que tipo de mão de obra a empresa contrata?
  • Quais são os atributos do produto?
  • Que resultados vão ser proporcionados?

Seja claro com o consumidor e honesto sobre seu produto e seus processos.

Se a sua empresa é pequena e local, não perceba isto como um ponto negativo, bem pelo contrário.

Ser pequeno e usar mão-de-obra e matérias-primas locais é algo cada vez mais valorizado e sustentável.

Se o seu produto é local, use isto como linha de comunicação.

Se a sua empresa contrata pouca gente, promove a sua empresa como startup dinâmica e moderna.

Use suas “fraquezas” como argumentos de venda e convide o cliente a conhecer a sua empresa mais de perto.

Exponha seus valores, sua missão e sua visão com naturalidade e originalidade: faça diferente e seja autêntico.

O universo das empresas pequenas tem muito para agregar ao mercado, trazer novas formas de vender, levantar maneiras híbridas de lidar com os produtos e serviços.

O seu grande diferencial pode justamente ser seu tamanho pequeno, a sua proximidade, a sua simplicidade.

Não esqueça dos pilares da sustentabilidade: a ética, a economia social e o ambiental.

A questão dos colaboradores é muito importante, tanto na hora da contratação como do desligamento.

Contrate com calma, com alguma ação de integração e conhecimento da empresa, processos, produtos, serviços, histórico, etc.

Ao longo da parceria de trabalho, trate as pessoas com respeito e carinho, reconhecimento e feedbacks: muitos feedbacks.

Durante a relação, incentive ações de unificação das equipes e integração na empresa, além de muitos treinamentos sobre seus produtos ou serviços.

Na hora da separação, seja claro sobre os motivos e pergunte aos seus colaboradores o que aprenderam e o que acham que deveria melhorar na empresa.

Não quebre uma relação no conflito: cada colaborador é um panfleto suscetível de promover ou estragar a sua imagem.

Essas dicas se aplicam tanto para funcionários, freelancers, estagiários como para os fornecedores.

Se você não tiver como pagar mais seus parceiros de trabalho, pelo menos escute eles, dê atenção e mostre-se disponível e acessível.

O reconhecimento é fundamental para o ser humano.

Ser sustentável não é tarefa fácil, apesar de ser a palavra-chave das palestras atuais sobre negócios.

Você pode começar abraçando uma causa tendo a ver com seu negócio, por exemplo.

Promovendo ações e processos nessa direção, você vai gerar uma imagem positiva da sua empresa a longo prazo, pois a sustentabilidade é a maior tendência atual e veio para durar.

Mais do que uma moda, ela é uma necessidade.

4/ CONECTIVIDADE

Metade dos consumidores olham o site da empresa antes de comprar.

A importância de ter suas páginas na internet impecáveis é mais do que evidente.

Sua empresa deve ser bem evidenciada, sua apresentação clara e esteticamente atraente e a navegação do site deve ser fácil e ágil.

Muitos futuros consumidores julgam a qualidade do seu produto ou serviço pela qualidade do site, e já imaginam o preço só pelo seu visual online.

Aqui está um ponto de investimento importante estrategicamente: não pule essa etapa.

Melhor ter um site simples e lindo do que complexo e desatualizado ou inacabado.

Outras questões essenciais:

  • Quem gerencia suas redes sociais?
  • Quem atualiza seu blog?
  • Internet é o portal da sua empresa pelo mundo inteiro, você realmente confia em quem lhe projeta na cena global?
  • Você está fazendo o melhor nesse aspecto?

O site é uma oportunidade imperdível para explicar bem a proposta da sua empresa e os seus processos.

Ele pode ser um apoio extremamente rico em termos de conteúdo para seus consumidores, fornecedores e seus funcionários.

Por exemplo, para descrever a escolha de tal ou tal novo produto, sua origem, as tendências trabalhadas, as inspirações envolvidas, os materiais usados e os benefícios gerados, o site se trona um excelente propulsor de informações e uma vitrine interativa.

Outro ponto fundamental é o multicanal.

A rede dos seus canais de comunicação e de venda deve ser coerente e homogênea.

Respeite a sua identidade visual, a qualidade dos seus produtos ou serviços, os preços, o atendimento, a tecnologias usadas, os meios de pagamento, etc.

O consumidor aceita pequenas variações no caso de concept-store, por exemplo.

Mas não pode ter heterogeneidade de uma loja para outra ou entre canais diferentes.

Conserve suas características: são elas que definem a sua empresa, seu universo, seu posicionamento, seus valores, sua missão, sua visão.

Em resumo, quem você é e o que tem para oferecer de diferente.

A disparidade entre os canais enfraqueceria a sua proposta e destruiria seu conceito, o que é uma oportunidade concorrencial que você não quer permitir.

Mais um ponto sobre a conectividade: seja presente na vida dos seus curtidores.

Onde eles saem? Esteja lá.

Em que lugar eles comem? Esteja lá.

Para onde eles viajam? Esteja lá também.

Como? Conhecendo na ponta da língua sua persona, ou seja, seu perfil de consumidores.

Com que dinheiro? Começando do começo: com parceiros que dividem os mesmo público-alvo.

Esse tipo de troca entre empresas facilita a difusão orgânica da marca, e permite uma presença forte sua na vida dos clientes.

Pense como ser visto ou percebido, de alguma forma, no dia-a-dia deles. E nunca pare de comunicar.

Fale com eles, mas fale sobre algo realmente interessante, algo que tenha a ver com seus valores e a curiosidade dos seus consumidores.

Faça deles fãs da marca.

Crie conteúdo, conhecimento, valor agregado na sua comunicação.

Fale com seu público de temas relevantes e de qualidade.

Recentemente falamos sobre como Estabeleça vínculos com seus clientes, não deixe de conferir esta leitura complementar

5/ OUSADIA

O último conselho é ser ousado.

Porque sem orçamento e necessitando ser visto, é preciso sair da curva.

Ao realizar algo ousado, a imprensa vai falar sobre você sem muitos esforços.

E o resto vai seguir: boca a boca, redes sociais, blogs… isto é uma publicidade sem custo.

São válidas ideias originais e diferenciadas, de verdade.

Faça um brainstorming com sua equipe e recompense de alguma forma as ideias criativas.

Incentive a inovação nos processos e nas ações.

Não precisa fazer algo surreal, às vezes a simplicidade e autenticidade são seus melhores aliados.

Está sem imaginação?

Viaje para algum lugar longe do mainstream e arrecade ideias novas.

Faça um benchmarking valioso: flagre ideias, processos, produtos ou serviços originais, do seu setor de atividade ou não, e aplique-os ao seu negócio.

Vá para Ásia, para pais escandinavos, para o interior…

Finalmente, fuja da rota clássica e fique atento.

Visite muitas lojas, muitos sites, muitas ruas, além disso converse com donos de negócios, com gestores, com vendedores, com amigos.

Troque percepções e pense fora da caixa. Anote tudo que possa ser relevante. O simples fato de se afastar da empresa promete ser produtivo e terapêutico.

Por fim, analise cada ideia e decida quais tem realmente a ver com o seu business.

Se precisar, faça diversas adaptações.

A regra é simples: use o seu DNA como ponto de partida e consequentemente conjugue-o com os valores compartilhadas do seu público-alvo.

Boa sorte!

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Clientes fiéis são propagandas ambulantes.

FATO: A sua melhor equipe de vendas são os seus clientes fiéis!

Estimativas recentes dizem que cada pessoa influencia de 50 a 300 outras pessoas.

Imagine quanto tempo um representante de vendas gastaria para atrair 300 clientes.

Mesmo na era da informatização a famosa propaganda “boca a boca” ainda se faz presente.

Clientes satisfeitos acabam se transformando em verdadeiros “vendedores” e repassam para familiares e amigos a boa impressão ou experiência que teve em sua empresa.

Utilizar o poder da influência social em seu planejamento de marketing é extremamente importante, no entanto, ter um cliente cativo e descobrir maneiras para que ele fale da sua empresa aos seus pares é o seu grande desafio.

Uma boa estratégia para aumentar a sua base de clientes de maneira sustentável, é incentivando a propaganda “boca a boca”.

Apostar no marketing de indicação, como uma estratégia para conquista de novos clientes pode ser uma alternativa simples, barata e fácil de implementar.

Preparamos uma super lista para guiar você durante este processo.

 

1- Planejamento, desenvolvimento e divulgação:

Qual o tamanho da sua base de clientes atuais?

Quantas visitas a sua loja recebe por dia? Destas, quantas efetivamente compram?

Quantos clientes novos você recebe em sua loja por dia? Como ficaram conhecendo sua loja?

Estes são exemplos de dados que podem ser coletados diariamente em sua loja e que servirão de base para analisarmos o sucesso do nosso programa de indicação.

A evolução semanal ou mensal da sua base pode ser um indicador para avaliação do nosso programa.

Outro indicador, poderá ser o volume de novos clientes que passaram a frequentar a sua loja.

DICA: ter uma ferramenta de CRM, facilitara sua vida na gestão destes dados. A Kiskadi oferece CRMs integrados a programas de fidelidade e campanhas de indicação, não deixe de conhecer, acesse AQUI.

Para obter um maior impacto do seu programa de fidelidade, pense em ações simples e atraentes como oferecer descontos progressivos, brindes e mimos para recompensar seus clientes pelas indicações.

Não deixe de comunicar sua equipe interna sobre sua ação e se necessário, realize treinamentos.

Referente aos canais de divulgação, recomendamos usar além das redes sócias, mídias que lhe trazem mais certeza da entrega, como por exemplo SMS, e-mail e Whats app.

O melhor horário para campanhas usando SMS, é entre 11:00 e 12:30 e entre 16:30 e 18:00.

Para e-mail, é melhor enviar antes das 9 horas da manhã.

 

2- Ofereça experiências fantásticas para seus clientes:

A base do marketing de indicação está em passar adiante experiências positivas de compra e de marca.

A força da personalidade da loja é fundamental para definir quem são os clientes que retornarão, os que buscam identificação com a marca e sua ideologia. O cliente quer personalidade.

É preciso investir em oferecer nada menos do que o melhor possível para quem escolhe a sua empresa e a divulga.

Quando o assunto é influência social, reconhecer os clientes que indicaram sua empresa para os seus pares com descontos progressivos, brindes e mimos, é uma boa maneira.

Para potencializar ainda mais esta estratégia, você pode ir além e surpreender os indicados, seus novos prospects, oferecendo a eles bônus ou benefícios para influenciar ainda mais a irem conhecer seu estabelecimento.

Para o acompanhamento destas ações recomendamos:

  • Número de pessoas que estão recomendando
  • Total de clientes indicados
  • Total de novas visitas
  • E muito IMPORTANTE: Qual a receita gerada.

 

3- Não tenha medo de pedir indicações:

Se você já tem clientes satisfeitos, mas ainda não conseguiu muitas indicações, que tal pedir?

Divulgue o seu programa de indicações a todos seus clientes, não perca as oportunidade de interação.

Por mais que um cliente esteja satisfeito, ele, muitas vezes, nem se dá conta de que poderia indicar sua empresa.

Portanto, ajude ele a lembrar disso!

Oriente sua equipe de vendas, o seu caixa, todos os seus colaboradores, além de divulgar em seu site e redes sociais.

O marketing de indicação, quando bem-feito, pode ser uma estratégia que fortalecerá a sua marca sua empresa e trará resultados que irão lhe surpreender.

Desejamos muito sucesso em suas vendas!

1 Comment for “Clientes fiéis são propagandas ambulantes.”

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